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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

BLOG NÃO ATIVO

ACESSE OS ARTIGOS AGORA EM


Somos uma organização sem fins lucrativos que trabalhamos para ajudar a recuperação e reintegração de homens de rua na cidade de Campinas /SP e região. Nosso trabalho é feito por voluntários e prestamos atendimentos visando a recuperação integral destas pessoas.  






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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A IM-PERMEABILIDADE DO CORPO


Késede R. Julio



Vivemos trocando de roupa, trocando de sapatos, trocando de perfumes, trocando de máscaras. Interpretamos uma determinada personagem dependendo de nossa companhia ou do ambiente onde estamos. Queremos fazer parte do meio, sermos aceitos e quem sabe até ganhar um elogiozinho para inflar nosso ego. Se nossa máscara deixa aparecer nosso rosto em algum momento, nos sentimos mal e logo procuramos corrigir o “erro”, normalmente fechando o vão. Interpretamos o papel que nos pede a sociedade.

O mesmo acontece na igreja, com raras exceções. O corpo não se fala, não se ouve, não se move. Por isso criamos igrejas dentro da igreja. Os mais chegados vão se chegando e os mais afastados, mais afastados ficando. Nossos núcleos de convívio tem CIC e RG, é impenetrável, inalcançável, inatingível. Queremos a companhia de quem pensa igual, daqueles que concordam conosco e nos aplaudem e ficamos distantes daqueles doidos ou certinhos que acham que a nossa opinião não importa, não faz diferença.

Deus nos chama para a convivência com os desiguais. Nos chama para o conflito, para as quebras de paradigmas, para desestruturação. Sem o contraditório não há crescimento. No ciclo do crescimento encontramos a desestruturação daquilo que está solidificado, para que este desacordo momentâneo possa ser revisto, reestabilizado, solidificado e crescido para que novamente possa ser desestruturado.

Cristo busca uma igreja permeável, capaz de deixar vãos na máscara (de preferência, não usá-las) e deixar que o contraditório alcance suas bases e assim suas bases possam ser fortalecidas.

Necessitamos urgente de pessoas permeáveis na igreja, pessoas que se deixem aproximar, pessoas que falem menos e ouçam mais, menos donos da verdade e mais receptivo aos demais pensamentos.


Kesede Rodrigues Julio
Mantenham-se descalços!

domingo, 21 de novembro de 2010

AS BARREIRAS INTELECTUAIS À FÉ CRISTÃ


Mauricio Montagnero


O texto de Dt 6.5 mostra que existem três formas de amar a Deus: Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças (negrito meu). Destacaremos nesse artigo a primeira forma que aparece no texto de amar a Deus, que é de todo o coração. Essa palavra no presente texto se encontra no hebraico como “bb'l{e/lebab” que vem de “bl{e/leb” que tem a conotação de “mente”, “conhecimento”, “razão”, “reflexão”, “memória” e “inteligência”, isto é, refere-se ao centro da vida intelectual. Diante disso, sabe-se que os individuos que professam a fé no cristianismo e o toma como a verdade absoluta, esses devem amar a Deus através de sua inteligência, com suas ferramentas intelectuais e com o seu entendimento. Com isso em mente vemos que em Rm 12.2 o povo de Deus é chamado para “sede transformados pela renovação do vosso entendimento (negrito meu)” que também pode ser traduzido como “compreensão” e “inteligência”.   Sendo assim, a pessoa que renova seu entendimento, sua compreensão e sua inteligência diante de Deus (isto é, pensando e julgando com habilidade as verdades espirituais), fundamentando-se na sua palavra, terá duas consequências positivas e de crescimento espiritual, que são: (1) Não se conformar com o presente tempo em que o mundo vive e (2) Experimentar a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.  O versículo anterior ordena que se apresente o corpo como sacrificio vivo, santo e agradável a Deus, que é apresentá-lO um culto racional. Essa palavra “racional” no texto vem de “logiko,j/logikos” que tem tais sentido: (1) pertencente à razão ou à lógica; (2) espiritual, que pertence à alma; e (3) que concorda com a razão, que segue a razão, razoável e lógico. Por conseguinte, vemos que a pessoa que busca ser espiritual deve ser uma pessoa que vive uma vida cristã com a razão e a lógica cristã, desta forma buscando raciocinar biblicamente como pressuposto de uma futura construção lógica das verdades e doutrinas cristãs.
 
            Seguindo o raciocinio vamos ver então que se deve usar a lógica para fundamentar a razão da nossa fé e cultuar o nosso Deus, conforme ensina o texto de romanos. Usando esse pressuposto se deve saber o que é lógica e como usar a mesma para fazer uma construção bem estruturada e raciocinada para a intelectualidade da fé cristã. Para isso usarei de forma resumida o que Norman Geisler e Peter Bocchinno falam sobre a lógica no livro “Fundamentos Inabaláveis”, no primeiro capítulo. Para se construir uma lógica, é necessário que se ache os primeiros principios, que serão considerados os fundamentos que não podem ser abalados, onde se construirá todo o conhecimento e a estrutura. Esse primeiros princípios para nós são as verdades e doutrinas bíblicas, a nossa cosmovisão. Outra regra para ser seguida é a lei da não-contradição (LNC), não se pode fazer uma afirmação e nessa afirmação haver uma outra contrária. Citando o mesmo exemplo deles, alguém afirma que não existe essa coisa chamada verdade, porém se não existe nada chamado verdade, isso implica que também não existe nenhuma afirmação verdadeira, portanto a própria afirmação de que não existe essa coisa chamada verdade não é verdadeira, logo o afirmador de tal frase se contradizeu. Então na construção lógica não pode haver tais contradições, que são conhecidas como falácias. Vamos ver como se constrói uma lógica e citaremos duas construções da mesma, sendo uma falaciosa e a outra válida. Primeiramente deve haver as premissas na lógica, que são chamadas de A e B, elas são os pressupostos que serão somadas para levar a conclusão. Depois deve haver uma conclusão que será a afirmação, ou o resultado final da soma das premissas. Enfim tem a validade, que determina se a lógica é válida ou falaciosa, essa validade irá avaliar tanto as duas premissas como a conclusão. Exemplo de uma lógica falaciosa:
 
Todos os cachorros têm quatro patas. (Premissa A)
Rex tem quatro patas. (Premissa B)
Portanto, Rex é um cachorro. (Conclusão)
 
Essa lógica é falaciosa, pois a conclusão é equivocada, porque Rex pode ser algum outro animal que tenha quatro patas como Gato, Raposa, Tigre, Leão e etc.
 
Agora veremos uma lógica válida:
 
Todos os cachorros têm quatro patas. (Premissa A)
Rex é um cachorro. (Premissa B)
Portanto, Rex tem quatro patas. (Conclusão)
            Comentei sobre a lógica ou silogismo como um pressuposto filosófico para a intelectualidade cristã. Porém existem outros exemplos na história dentro da nossa teologia, que os indivíduos usaram da razão para fundamentar a nossa fé, como por exemplo, a teologia natural (que também parte da lógica). Ela é tanto do campo da teologia como da filosofia da religião, e não faz uso dos meios das revelações especiais (as Escrituras e Cristo) e nem sobrenaturais, porém se limita a razão e a revelação geral (a criação). O expoente dessa teologia na religião cristã foi Tomás de Aquino (1225 – 1274), que escreveu em sua obra conhecida como Suma Teológica. Nessa obra ele usa o argumento cosmológico (raciocina de que se existe um efeito [o universo] deve ter havido uma causa [Deus] que foi a última causa de tudo, para ter tido esse efeito; pois todo efeito precisa primeiramente de uma causa), ontológico (raciocina a idéia de existir um Ser mais perfeito, idéia essa que o ser - humano tem) e teleológico (raciocina um objetivo para a Criação, que seria um propósito final). Além disso, ele usou as cinco vias argumentativas. Essas vias se resumem assim: Para saber que existe um Deus é só olhar para criação, que teve que ter um criador.
 
            Enfim, sempre devemos que usar a intelectualidade, a razão e a lógica para falarmos da nossa fé. Esse é um mandamento que se encontra em 1 Pe 3.15b: ...e estais preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós. Os desafios de responder a razão da nossa fé ainda não terminaram, vivemos em um mundo pós-moderno que tomou como legado do modernismo as exigências intelectuais para falar dos pressupostos, sejam eles físicos ou metafísicos. Talvez não seja tão exigente como o modernismo, mas continua sendo exigente. E para isso devemos que contextualizar a mensagem do evangelho de uma forma racional e intelectual para alcançar os indivíduos dessas “tribos intelectuais” dessa cultura global, que exigem tais questionamentos, como por exemplo, as defesas que William Lane Craig fez contra o livro do Richard Dawkins: Deus um delírio. Contudo, nunca devemos nos esquecer de um ensinamento elaborado por Agostinho de Hipona, que é conhecido como fideísmo, o qual ensina que a fé antecede a razão, isto é, o individuo para aceitar e compreender a lógica e a racionalidade das verdades e doutrinas bíblicas, primeiramente deve crer nas mesmas, senão sua compreensão e aceitabilidade será passageira, até aparecer outras dúvidas.


Gentilmente cedido para a SEARA URBANA

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

EU ACREDITO EM HERÓI


Mateus Feliciano


O que você espera de um herói ? Que ele salve muitas pessoas dos perigos ? Que derrote inimigos fortes que querem destruir o mundo ?

Talvez um herói pra você seja aquela pessoa real que já te salvou de muitos problemas que você se meteu. Que lhe estendeu a mão quando você mais precisava. Ou até mesmo salvou a sua vida de uma maneria fantástica e realmente heróica.

Nós temos uma imagem pronta de como um herói deve ser. Influência da TV, dos quadrinhos, da nossa própria imaginação, de histórias que ouvimos e etc.

Mas um herói é basicamente alguém que salva outras ou mais pessoas. Mas qual é o nosso grande perigo ?

Podemos achar que o maior perigo que corremos é a violência das grandes cidades, as doenças que podem nos matar, de acidentes que podemos sofrer, de relacionamentos mal resolvidos que podem nos magoar...

Mas eu creio que o maior perigo que sofremos é de não saber a razão da vida. Por que nascemos ? Para onde vamos ? Estas sim são perguntas que ecoam no mais íntimo ser de cada pessoa. Perguntas que não querem calar, que nos fazem pensar, que nos fazem perder o sono. Será que existe uma resposta ? Será que queremos saber a resposta ?

A resposta sempre vai ser : JESUS

Mas por que não enxergamos que Jesus é a resposta pra nossa vida pra estas perguntas ? Por causa do pecado. O pecado nos cega e não faz com que enxerguemos o que Jesus fez e faz por todos aqueles que aceitam o sacrifício dEle na cruz pra nos salvar do maior problema de todos que a humanidade em toda a história já teve: o pecado.

Se você ainda não acredita nisto, fale com Deus e peça para Ele mostrar a você se isto é verdade. Se realmente JESUS é tudo aquilo que a Bíblia fala.

Leia a Bíblia crendo que ela é a palavra de Deus e que através dela você vai encontrar a razão por qual existimos e pra onde iremos quando morrer. Esta segurança, certeza e esperança somente Jesus através da sua palavra pode nos dar.

E assim você conhecerá o maior herói de todos os tempos. Aquele que nos salvou do maior perigo que o ser humano pode ter. Aquele que não dorme para cuidar daqueles que Ele ama: JESUS CRISTO !

Gentilmente cedido pela SEARA URBANA

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O QUE FAZER ?


Isabel Coghi

Série: Mundo Interior


Para sermos transformado é preciso:
- Conviver com Deus, buscar intimidade com Ele;
- Pedir a Deus que nos dê tanto o querer quanto o realizar (1);
- Permitir que o Espírito Santo nos transforme através da atitude de alimentarmos nossas mentes com as coisas de Deus, leitura da palavra de Deus, purificando nossos olhos, ouvidos, mentes e pensamentos.

Erramos não conhecendo as escrituras nem o poder de Deus (2)
Erramos não conhecendo Deus. Quando não alinhamos nossos sonhos e planos aos de Deus é porque desconfiamos de que Ele saiba, ou tome providências sobre o que eu realmente preciso.
Desconfiamos do poder dele em providenciar tudo que é (realmente) necessário para vivermos, ser felizes, porta aberta em alguma obra, dinheiro... (3)
Nossa parte é alinharmos com Deus, conhecê-lo, obedecer, jogar fora o egoísmo. O resto é trabalho de Deus. DEUS É O PRESENTE! (4)
CONFIE E DEPENDA D’ELE. DESCANSE N’ELE! (3)
Preste atenção no que você precisa fazer e não faz e não queira fazer o que é da parte de Deus!

A gente perde a noção de que Deus é maior que o universo, pois controla todo o universo. Dá pra entender a grandeza, a glória, a majestade e o poder de Deus?
Ele está no controle de tudo! Futuro só conhece quem pode controlar tudo.

Vejamos o que nos diz Galatas 5:
16- Digo, porém: ANDAI EM ESPÍRITO, E NÃO CUMPRIREIS A CONCUPISCÊNCIA DA CARNE.
17- Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; E ESTES OPÕEM-SE UM AO OUTRO, PARA QUE NÃO FAÇAIS O QUE QUEREIS. (obs. o nosso querer é torto!)
19- ... as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
20- Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
21 -Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
22- Mas o FRUTO DO ESPÍRITO É: AMOR, GOZO, PAZ, LONGANIMIDADE, BENIGNIDADE, BONDADE, FÉ, MANSIDÃO, TEMPERANÇA.

Pois bem, é alimentando o espírito que alcançaremos o fruto do espírito!

Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.

Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.

(3) Mateus 6:31-34
Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?
(Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
NÃO VOS INQUIETEIS, POIS, PELO DIA AMANHÃ, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal

(4) Salmos 73:25
Quem tenho eu no céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti.
Davi tinha tudo: era rico, era rei, mas o seu tesouro maior era ter DEUS!
Nada se compara com Deus. Nenhuma benção se compara. Nem toda a riquesa da terra não se compara!

Gentilmente cedido para a SEARA URBANA

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A PAZ DO SENHOR!!!


Késede R. Júlio

Mesmo já sabendo que não corro mais como corria, e sem a mesma habilidade que
tinha, sou “metido” a jogar bola. Vivo me enfiando em campeonatos das cidades vizinhas (Valinhos,
Indaiatuba) e também daqui de Campinas. Ali, em meio aos berros de “- Passa a bola, pô!!”, “- Você
não podia errar esse gol!!!” ou então “- Toca... toca …TOOOOOOCCCCAAAAAAAAAAAA!!!”,
ou até mesmo os mais exaltados “- Piiiiiiiiiiii, piiiiiiiiii, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!”, vivemos um
momento particular da vida, um momento onde somos nós mesmos, expondo nossos mais íntimos
sentimentos. É o calor do jogo, no afã de enfiar a bola entre os três postes que seguram uma rede.

Num destes jogos sempre tem os mais exaltados e as reações são quase animalescas. Cotoveladas,
pisões na canela, bundadas na barriga, são comuns.
Há duas semanas, estávamos num jogo destes, “acalorados”, foi quando o juiz marcou
um penalti para o nosso time, afirmando assim, que o goleiro havia feito falta em nosso atacante
dentro da área. O goleiro não teve dúvidas, virou para o juiz e esbravejou “-Piiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!”.

O juiz, com a mesma certeza, levantou o cartão vermelho e o expulsou de campo. A coisa começou a ficar feia. O goleiro partiu pra cima do juiz “só pra conversar com ele ...”. Quando vi que o esporte ia mudar e o gramado viraria em um ringue de box, corri para frente do goleiro e fiquei entre ele e o exército inimigo que estava pronto para revidar ao primeiro pontapé. Todos do meu time, sem exceção, insistiam para que eu deixasse o goleiro partir para cima do juiz, pois torciam pela briga, pela porrada, pelo caos. Sabendo disso, não desisti do meu intuito: apartar a briga. Até que os ânimos foram se acalmando e o goleiro foi saindo vagarosamente do campo, e eu abraçado com ele, dizendo que estávamos ali para dar risada, que o jogo era uma diversão, mas acho que ele nem me ouvia, pois ainda estava rosnando baixinho. De qualquer forma, saiu do campo.

Pedro, em sua primeira carta, no capítulo 3, verso 11b, afirma: “... busque a paz, e sigaa”.
Recebemos este recado depois de quase 2000 anos , pois a graça de Deus equilibra nossa
natureza tendenciosa. O mundo quer o caos para emergir seus mais rudimentares sentimentos de
culpa, de vingança e de ganância. O equilíbrio que Deus nos dá é o fiel da balança do mundo. Isto é
o que faz com que o mundo não entre em colapso. Somos mensageiros da paz e nossas reações
demonstram mais do que somos que nossas ações. Em Cristo podemos dizer NÃO ao sim uníssono.

Em Cristo podemos abraçar a quem todos querem socar. Em Cristo podemos mudar o rumo de uma
situação que todos sabemos como começa, porém nunca sabemos como terminará. O Deus da paz
venceu naquele jogo. Para mim, não importou o resultado (aliás, perdemos de 5 a 1, foi uma
lavada!!!), mas sim o vaso esvaziado de mim mesmo e cheio de Cristo que pude ser naquela tarde
de sábado. Que o sal continue salgando e que a luz continue brilhando através de todos nós, neste
mundo tenebroso.

Mantenham-se descalços!

Gentilmente escrito para a SEARA URBANA

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

JONAS E O NOSSO MUNDO


Mateus Feliciano


Livro de Jonas capítulo 2 versículo 5

A raça humana tem evoluído e crescido muito no conhecimento físico sobre os seres humanos, sobre a criação em geral e sobre o universo e planeta Terra. Tem procurado se desenvlover em todas as áreas que julgam ser importantes para a sobrevivência e bem estar dos humanos.

Grandes cientistas e médicos desenvolvem novas fórmulas para as curas das doenças que ameaçam a vida e de desvendar os mistérios do funcionamento dos homens e animais. Biólogos e ambientalistas estudam e proporcionam conhecimento e formas para a preservação do planeta e do universo.

Enfim, toda a raça tem dado muita importância ao presente físico de tudo o que conhecem como realidade. O ser humano tem confiado muito em sua capacidade e dado cada dia mais valor em si mesmo. Atualmente o ser humano é o centro do universo.

Deus ficou de lado. Não tem mais o valor que já teve no passado. Por imposição ou não da igreja católica, o mundo falava em Deus e respeitava Deus e/ou as pessoas que diziam falar em nome dEle. Mas Deus tem sido substituído pela confiança no ser humano.

A “morte de Deus”, tratada por Friedrich Nietzsche, não fez com que o ser humano durante sua jornada ignorasse a realidade espiritual. Vivemos em uma época onde a espiritualidade está em “alta” sim e que há uma convivência relativamente harmoniosa entre as diferentes crenças que tratam da vida espiritual.

Esta “morte de Deus” fez com que Deus saísse do centro da espiritualidade e fosse substituído pelo próprio ser humano. Na cultura atual da maior parte da sociedade mundial, o ser humano é o centro do mundo e consequentemente o centro da espiritualidade. Não importa mais o que Deus e seus “profetas” dizem ser e como queiram que o ser humano guie sua vida, mas sim o que o próprio homem “acha” que deve ser feito quanto a sua espiritualidade.

Com o homem no centro da espiritualidade e com o afastmento de Deus, a esperança de uma vida após a morte ficou quase esquecida e muito deturpada. O ser humano não tem mais esperança nesta vida terrena e muito menos na vida “espiritual”. Tudo gira em torno do “aqui e agora”.

Por isso vemos tantas mortes, violência, falta de amor uns pelos outros e um egocentrismo e egoísmo doentio que tem feito com que o ser humano vivesse como animais em luta da suas próprias necessidades e sobrevivência.

A fonte da verdadeira esperança para esta vida terrena e eterna foi posta de lado e com isso o ser humano está perdido em seus falsos conceitos sobre vida espiritual, mas achando que está com a solução em mãos.

Mas quando as dificuldades que chegam para todos, “bate a porta”, o ser humano reconhece sua impotência e percebe que não tem o controle das coisas. Deus se revela como Senhor através da várias situações para que o ser humano reconheça-o como Deus.

Se o ser humano se entregar a ação do Espírito Santo, então Deus começa uma transformação como faz com todo Cristão. Mas se o ser humano optar por recusá-lo, ele continuará vivendo perdido e cego em seus próprios caminhos que não o levarão para a vida eterna com Deus.

Este trecho da história de Jonas nos faz entender que precisamos o quanto antes obedecer e estarmos em comunhão com Deus para que tenhamos uma vida com esperança plena e segura aqui na terra e com uma esperança futura garantida com Deus, e que não terá nenhum outro lugar melhor para se estar do que no céu com Jesus.

Nos mostra que se formos pelo o amor e obediência a Deus, iremos ser usados na obra redentora de Deus para o ser humano, como foi com Jonas em relação a Nínive. Mas que se recusarmos a Deus, a vida será mais difícil sem um esperança plena em Deus e o futuro incerto e obscuro. Mas que mesmo através da dor, Deus nos dá outra chance de termos comunhão com Ele e desfrutarmos da esperança que só Ele pode nos dar.

Gentilmente cedido para a SEARA URBANA

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O PODER DA PALAVRA DE DEUS


Isabel Coghi


Série: Mundo Interior

A palavra de Deus tem poder de ensinar, transformar e virar nossa vida! (1)
Sem dúvida que é muito importante entender a salvação redentora de Cristo, mas se isto não sair do intelecto e vir a ser agente de transformação de nossas vidas, antes inconstante, triste, sem objetivo, egoísta e escravos de nossos desejos (como se a gente soubesse o que é realmente bom pra nós), pouco aproveitaremos da vida (espiritual) abundante que Deus quer nos dar.(2)

Devemos ser ensináveis, abertos, permitir a ação transformadora de Deus em nossas vidas, amadurecer. O apóstolo Paulo nos exorta a não tomarmos a forma do mundo, mas renovar a nossa mente (3).
Por decisão devemos tirar o foco de vida da terra (4), tirar os olhos do umbigo proporcionando a Deus um terreno fértil para a transformação através das disciplinas espirituais, que é o que estudaremos mais adiante.


(1) 2 Timoteo 3:14-17
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido,
E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
TODA A ESCRITURA É DIVINAMENTE INSPIRADA, E PROVEITOSA PARA ENSINAR, PARA REDARGÜIR, PARA CORRIGIR, PARA INSTRUIR EM JUSTIÇA;
Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.


(2) João 10:10b
Eu (Jesus) vim para que tenham vida e a tenham em abundância.


E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
I Corintios 13:11
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino

(4) 1 Coríntios 15:19
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.

Gálatas 5:25
Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A RELEVÂNCIA DA IGREJA NO SÉCULO XXI



Cacau Marques


Barulhentas, enganadoras, ilicitamente ricas, auditórios para charlatães, promotoras da intolerância, clubes de fanáticos. Outrora respeitáveis comunidades de fiéis, oásis de paz em meio o caos urbano, as igrejas são vistas hoje como inconvenientes da vida urbana. A verdade é que a imagem cândida e sagrada da Igreja parece estar manchada pela imoralidade, desonestidade e soberba. Quem está de fora não vê nenhum benefício na sua existência. Mesmo quando há algum tipo de ação de transformação social, ela é vista como oportunismo ou assistencialismo. Hoje se confia mais em ONGs seculares que realizam trabalhos sociais do que em instituições confessionais. Isso porque as primeiras não têm interesse na conversão do assistido, o que lhes dá uma imagem mais altruísta.

A tentação do secularismo extremista é a de abolir a Igreja, extinguindo com ela todos os danos nocivos decorrentes de sua existência. Imagine no religion dizia John Lennon na década de 70 e suas palavras voltam com força no novo milênio. Diante desses ataques, os cristãos tentam se defender, mas encontram-se em um dilema. Se escolhem defender-se através de argumentos teológicos, não convencem aqueles que não crêem de sua importância. Baseiam-se apenas nas necessidades morais e sociais a que tentam dar resposta, perdem seu propósito transcendental e podem ser substituídos por uma instituição de caridade ou uma escola. Afinal de contas, pra que serve a Igreja?

Um pesquisador honesto faria essa pergunta para a pessoa certa, ou seja, para um dos muitos fiéis que ainda acreditam na Igreja. Sociólogos e antropólogos contemporâneos têm feito esse caminho e observado uma atuação verdadeira e intensa da Igreja em resposta a sérias questões sociais.

Estudos de gênero mostram que a Igreja evangélica opõe-se ao machismo com mais sucesso que o próprio feminismo. Estudiosos vêem na atuação dos evangélicos nas comunidades carentes uma força efetiva contra o império do tráfico; nas palavras de Zuenir Ventura “Mais do que a polícia, a Justiça, a Igreja Católica, a família e a escola, os evangélicos são a contracultura da droga”. O índice de analfabetismo entre os evangélicos é, e sempre foi, inferior à taxa nacional, mesmo em contextos de maior pobreza.

Como a Igreja, surrada e manchada, pode ter tão bons resultados em questões que não são resolvidas pelas forças políticas e policiais? Como podem combater o machismo melhor que o próprio feminismo? Como diminuem o nível de analfabetismo entre as crianças? Vale ressaltar que nenhuma dessas ações é o centro do discurso da Igreja. Elas não falam de Deus, de Espiritualidade, de Salvação. Elas apontam para uma mudança na vida cotidiana das comunidades, principalmente as mais carentes. De onde vem então essa atuação social que não é comparável a nenhuma outra instituição do mundo?

Aí paira a relevância inalienável da Igreja. Ela é a reunião dos que celebram o transcendente transformando o imanente. A Igreja é o último refúgio da utopia em um mundo sem ideologias e fronteiras. Ela é um marco de que um outro mundo não é apenas possível, mas é uma realidade absoluta. E esse outro mundo impõe uma nova vida neste nosso mundo e uma nova verdade. E esse outro mundo estabelece um sentido para a existência, uma esperança para a busca da reabilitação de quem quer que seja.

A Igreja anuncia o soerguimento da humanidade caída, não através de sistemas impostos de cima pra baixo, de políticas enfiadas pela garganta do povo, mas pela transformação vinda de baixo pra cima, do coração para a comunidade, da manjedoura para o trono celestial. A igreja crê que há algo além do que é natural e humano e, por isso, crê nos milagres mais absurdos como a libertação do crack ou a desistência do suicídio. Crê, e crê até o final porque sabe que há algo de eterno na existência e que o Eterno pode tudo em todo tempo.

Ela prega o caminho oferecido a todo homem, independente de poder, riqueza ou força. Dá voz a todos, porque aproxima todos a quem é maior que todos. Deu voz aos negros através de Martin Luther King e Nelson Mandela, aos latinos através de Leonardo Boff e Juan Luís Segundo, dá voz e vez a milhões de excluídos em todo o Brasil que encontram a igualdade ao adentrar em suas portas. É o único lugar em que o doutor ouve e respeita a opinião da mais simples dona de casa, porque espiritualidade não se trata de diplomas e títulos, mas de piedade e devoção.

Ela anuncia uma nova ordem, que nada mais é do que a restauração da mais antiga das ordens, a ordem da Criação. Anuncia a restauração do propósito da vida e convida todos a participar da comunhão plena, pois “Cristo é tudo em todos”. Nela o próprio Deus é “Conosco” e caminha ao lado do homem, como no Éden, na viração e no raiar de cada dia.

Quanto mais a Igreja se esquece disso, mais se afasta de seu propósito e menos poder tem no mundo que clama. Cai assim na irrelevância, no frio discurso escatológico celestial, nas promessas mágicas de milagres egoístas, sem fazer-se sinal do Céu na Terra. E quando isso acontece, o mundo torna-se um lugar com menos esperança.


Gentilmente cedido para a SEARA URBANA

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

SUA IDENTIDADE


Mateus Feliciano


João cap 9 vers 1-39 – JESUS cura um cego de nascença

A - vs 1-7 – A SUA IDENTIDADE EM RELAÇÃO A VOCÊ MESMO

Não existe maldição hereditária. DEUS não castiga você pelos pecados e erros dos outros. Você é responsável pelos seus atos. Você não pode transferir as conseqüências para outros.

JESUS pode te transformar independente da sua fé. Ele é soberano e decidi qual é o melhor momento para você. A fé é importante e necessária, mas ela não controla Deus.

B - vs 8-12 – A SUA IDENTIDADE EM RELAÇÃO AO OUTROS

As pessoas não acreditam que você possa mudar e transformar de vida. Muitos duvidam que isso seja possível. Vão pedir provas e testar a sua transformação.

Você precisa estar pronto para testemunhar para as pessoas o que JESUS lhe fez e ainda pode fazer por você, mesmo que você ainda não esteja entendendo o que JESUS está fazendo com você.

C - Vs 13-17 – A SUA IDENTIDADE EM RELAÇÃO À RELIGIOSOS LEGALISTAS

Os religiosos legalistas impõem regras e leis para que você cumpra. Não importa se você precisa mudar e se transformar. JESUS tem que trabalhar de acordo com o que eles acham que é o correto. Não aceitam uma mudança fora dos seus padrões pré-determinados. As regras tem que ser cumpridas, independente se o seu coração e a sua razão entendem o que DEUS diz em sua palavra.

Vs 24-34

Os religiosos legalistas acreditam que tem autoridade e competência para avaliar quem está em pecado ou não. Dizem que JESUS é pecador e dizem que o cego nasceu em pecado. O que contradiz o que JESUS diz no início da história para os discípulos, que ele não tinha pecado para estar cego.

Eles usam do poder que tem para julgarem as pessoas segundo os seus padrões. Não se interessam pelo o que JESUS diz e nem o que as escrituras dizem. Podem expulsar você da convivência deles, caso você não esteja de acordo com os padrões deles.

D - Vs 18-23 – A SUA IDENTIDADE EM RELAÇÃO À SUA FAMÍLIA

As pessoas apesar dos defeitos, ainda buscam e confiam na familia. Os fariseus não acreditaram no cego curado, enquanto não falou com a família.

A familia é uma boa prova para sabermos quem somos. A família do cego deu um testemunho verdadeiro sobre quem ele era e sobre quem ele era agora. A familia ajuda muito na recuperação de uma nova identidade, pois ela foi responsavel por parte desta formação.

E - Vs 35-39 – A SUA IDENTIDADE EM RELAÇÃO A JESUS

JESUS atende o cego rejeitado pela religião e se revela de uma forma clara como filho de DEUS e requer que a sua fé seja depositada nEle, para que você creia e tenha a vida eterna.

“Deus amou tanto as pessoas de todo o mundo que entregou o seu filho JESUS, para que toda pessoa que acreditasse nEle, não morresse, mas tivesse a vida eterna” - João 3.16

JESUS não pediu ou obrigou o cego a adorá-lo, mas naturalmente o cego o fez, pois reconheceu a divindade de JESUS. Para isso você precisa ser humilde e reconhecer que você não enxerga e precisa dEle para ver. Mas os orgulhosos não conseguem reconhecer o que JESUS quer mostrar. JESUS espera uma posição sua quanto ao convite dEle de crer e segui-lo.

“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” - Romanos 10.9


Gentilmente cedido para a SEARA URBANA

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A CRISE DE IDENTIDADE DA IGREJA PÓS–MODERNA


Maurício Montagnero

http://www.fundamentosinabalaveis.blogspot.com/

Começa-se esse texto com o trecho de um famoso texto bíblico: E não sede conformados com este mundo (Rm 12.2a). A palavra “mundo” citado nesse texto, encontra-se no texto como “aivw/ni/aioni” que é derivado de “aivw,n/aion” que no presente texto tem o significado de “período de tempo”, “idade” e “geração”, isto é, implica ao sistema em que tem vivido o presente tempo. Diante disso, quando Paulo fala para não se conforma com este mundo, ele se refere que não se deve conformar-se com o presente tempo em que o mundo tem vivido.

Com isso mente, acredita-se que a crise que a igreja tem passado nos tempos pós-moderno é por causa que a mesma tem se conformado com ele, ou seja, ela tem se adaptado ao seu estilo de vida, se adequado ao seu modo de pensar e se configurado aos seu padrões, princípios e valores. Sendo assim a igreja tem se ajuntado aos fundamentos inexistentes da pós-modernidade, trazendo para o seu âmago a verdade relativa, dessa forma destronando os princípios inabaláveis da fé cristã, que são suas doutrinas e dogmas. Além disso, tem que engolir o individualismo desse tempo, aceitando sua ideologia, onde as pessoas pensam que não prestam mais contas de suas atitudes para a comunidade em que vivem, colocando essa forma de pensar em cima do que a bíblia ensina sobre a comunhão dos santos. Sabe-se que o príncipe desse tempo é o diabo (Ef 2.2), o qual tem utilizado o seu reino para acabar com a igreja de Cristo, todavia, existe uma promessa para a igreja quando ela se posicionar e atacar, essa promessa é que “as portas do inferno não se prevalecerão contra ela (Mt 16.18)”, isto é, se a igreja de Cristo começar a avançar contra as ideologias e ensinamentos pós-modernos, apregoando as suas bases de fé e assim, também vivendo-as, os pós-modernismo não trazerá mais as crises que tem trazido (deve-se atacar os seus pressupostos errôneos, porém, o que estiver de correto nele, deve ser usado para contextualizar a mensagem da salvação, como já tem feito alguns).

Durante os tempos históricos vê-se que a igreja passa pelas crises, mas sempre surgem grupos (remanescentes) que lutam para a mesma vencer tais crises. Exemplifica-se com os movimentos pré-reformistas. Como já é sabível, na época da idade medieval a Igreja Católica Apostólica Romana tinha abandonado muitos princípios bíblicos e lançado a mão para práticas pagãs e antibíblicas, além disso, estava havendo imoralidade de alguns pontífices. Em meio dessas situações caóticas surgiram movimentos como os Valdenses (condenando o purgatório e as indulgencies), os Catáros/Albigenses (buscando uma pureza espiritual, sendo que partiram para certo radicalismo), os Petrobrussianos (rejeitavam a missa e apregoavam sobre o matrimônio dos padres), os Lolardos que foram seguidores de John Wycliffe (pregou sobre a suprema autoridade das escrituras, a igreja como verdadeira e o conjunto de eleitos, e o questionamento do papado e da transubstanciação), outros que foram influenciados por essas idéias foram os Hussitas (seguidores de John Huss) e os Taboritas. Todos esses grupos citados colaboraram para que viesse ocorrer um avanço da igreja de Cristo sobre os caos que estavam vivendo, que foi a Reforma Protestante, liderada pelo monge Martinho Lutero. Ninguém imaginava que o romanismo pudesse ser vencido com suas práticas que viam das potestades do ar, contudo quando a verdadeira igreja de Cristo se levantou e lutou pelo que é correto “as portas do inferno não prevalecerão”.

Portanto, se a igreja de Cristo quer vencer essa crise que o pós-modernismo tem trazido de uma forma global, ou seja, atingido a maior porcentagem da cultura mundial, ela tem que seguir o imperativo principal do texto de Mt 28.19 “fazei que todas as nações se tornem discipulos (BDJ)”, sabendo que “nações” nesse texto tem a conotação de “tribos”, “raças”, “povos” e “línguas”, em suma, “grupo de pessoas”. Isto é, deve ensinar e influenciar a cultura global em sua diversidade tribal a viver conforme a cosmovisão/metanarrativa bíblica, ou seja, mostrar através da globalização a forma como a igreja enxerga o mundo e como se deve viver nele, discursando o fundamento universal e a estrutura da vida segundo o conceito das Escrituras. Desta forma usando o contexto como ferramenta e lutando para que as ideologias pós-modernas não entrem na igreja, porém que as doutrinas cristãs entrem no mundo, pois se assim não for, a tendência é piorar, como escreveu Darrow L. Miller: se a igreja não discipular as nações, as nações discipularam a igreja. Modificando-se para o conceito que esse artigo esta propondo fica assim: se a igreja não discipular o pós-modernismo, o pós-modernismo discipulará a igreja. Algo que já está sobrevindo…


Gentilmente escrito para a SEARA URBANA

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

QUERO VIVER INTENSAMENTE


Isabel Coghi

Série: Mundo Interior

A historia a seguir já foi comentada em mensagens passadas, mas como se trata de uma analogia, uma boa comparação com o grande amor de Deus por nós, decidi dedicar uma mensagem só pra ela.

João era um andarilho que pensava: Quero viver intensamente a vida! Nada de responsabilidades, enfim...
Certo dia, João, estando com fome, decidiu bater em uma casa para pedir um prato de comida. Olhou para uma singela casa e pensou: - Quem sabe ai mora uma pessoa de bom coração...

Bateu palmas e uma senhora veio atendê-lo. João a cumprimentou e pediu um prato de comida. A senhora sem demora, convidou-o pra entrar; arrumou uma mesa no quintal e deu-lhe comida e suco; certificou-se se ele estava satisfeito e ele foi embora agradecido a Deus pela boa alma que atendeu suas necessidades.

No dia seguinte, como era esperado, João sentiu fome novamente.
Olhou ao redor e viu uma casa enorme, uma mansão, quase parecia um castelo.
Lembrou-se da senhora que o atendeu no dia anterior e pensou: - Terei hoje a mesma sorte?
Decidiu tocar a campainha.

Um senhor muito sério atendeu a porta. Parecia ser o dono da casa. João temeu falar, mas decidiu pedir o prato de comida.
Para seu espanto, o senhor o convidou a entrar.

- Venha por aqui, disse o homem, que o levou para dentro de sua casa.
Ainda admirado João entrou na enorme casa.
Vamos sentar aqui disse o senhor.
João se sentiu indigno, pois à sua frente se apresentava um banquete.
Vamos insistiu o senhor.

Sentaram. Tomaram juntos a refeição e quando João se preparava pra ir embora aconteceu a coisa mais inesperada.
O senhor amorosamente o convidou para ficar, morar ali e mais ainda, o convidou para ser seu filho, seu herdeiro!
João pensou: - nunca mais passarei por necessidades (1) e o melhor de tudo: terei um pai amoroso para sempre! Viverei nova vida e deixarei meu passado para traz!(2). A partir de hoje QUERO VIVER INTENSAMENTE A VIDA NOVA QUE CONHECI COM MEU PAI!

Passou um tempo e João se lembrou de seus familiares e amigos.
Achegou-se ao pai e disse: -Pai, o senhor transformou completamente minha vida, teu amor é realmente grande e esta casa tem tanto espaço. Eu tenho me lembrado de meus irmãos e amigos e queria convidá-los para te conhecer também.

O pai, que já esperava por isso, deu permissão a João pra falar com eles. João, muito entusiasmado, falou com eles, mas pra seu espanto poucos foram os que acreditaram nele!
E ainda, alguns dos que foram com ele viviam nos quintais da casa.
João não compreendia, porque ficavam ali. Porque estas pessoas, mesmo sendo filhos do pai amoroso que o recebera, ficavam ali sem banquetear com o pai, ficavam na chuva, no escuro e no frio da noite.

Esta breve história nos mostra que esta é a proposta de Deus para nós!
Este foi o motivo do sacrifício de Jesus! Nos resgatar da perdição e reatar nosso relacionamento com o Pai!
E Ele em sua bondade nos faz filhos e co-herdeiros com Cristo!
E esta é a melhor notícia da nossa vida. Esta é a melhor coisa que pode acontecer conosco!
E nosso personagem João entendeu e acatou o presente!

Mas a maioria das pessoas com quem João falou, mesmo diante de tamanha maravilha, eles foram levados pelos seus desejos (que não passam de migalhas perto do banquete oferecido pelo Senhor) a ficar longe de Deus e caminhar com a correnteza do mundo. Iludidos, caminham egoisticamente para a morte eterna!

Ficam do lado de fora, de costas para a mansão; na chuva, no escuro, solitários, tristes, sem rumo na vida. E bastava voltar o olhar e dizer: “Senhor, eu não mereço, mas eu quero”. Vejam a profundidade da parábola do filho pródigo (4).

Nosso personagem João também não entendia porque muitos ficavam no jardim.
Ele se lembrou da senhora bondosa que o acolheu no quintal.
Foi bom, mas não era como agora. Agora eu sou filho! Vivo com meu pai na mansão e sento-me no banquete na sua companhia.
Porque meus irmãos ficam aí fora com as migalhas?

Estes são os filhos de Deus que não conseguem tirar os olhos das coisas terrenas.
Não largam das migalhas e daí não aproveitam o banquete espiritual!
Este é um lugar perigoso de se ficar. A mulher de Ló poderia ter sido salva na ocasião da destruição de Sodoma e Gomorra, mas seu coração a fez olhar para traz e morreu.(3)
s filhos de Deus devem deixar para traz o velho modo de viver para aproveitar a vida excelente que Jesus nos quer dar! (2)

(1) Evangelho de João 4:13-14 - Jesus falando com a mulher samaritana, quando ela foi buscar água no poço.
“Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede
Mas aquele que beber da água que eu lhe der NUNCA MAIS TERÁ SEDE, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna”

(2) Filipenses 3:13
Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, ESQUECENDO-ME DAS COISAS QUE ATRÁS FICAM, E AVANÇANDO PARA AS QUE ESTÃO DIANTE DE MIM,

Romanos 12:2
E não sede conformados com este mundo, mas SEDE TRANSFORMADOS PELA RENOVAÇÃO DO VOSSO ENTENDIMENTO, PARA QUE EXPERIMENTEIS QUAL SEJA A BOA, AGRADÁVEL, E PERFEITA VONTADE DE DEUS.

João 10:10b
Eu (Jesus) vim para que tenham vida e a tenham em abundância!

(3) Genesis 19:15-17
E ao amanhecer os anjos apertaram com Ló, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças na injustiça desta cidade.
Ele, porém, demorava-se, e aqueles homens lhe pegaram pela mão, e pela mão de sua mulher e de suas duas filhas, sendo-lhe o SENHOR misericordioso, e tiraram-no, e puseram-no fora da cidade.
E aconteceu que, tirando-os fora, disse: Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti, e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças.

Genesis 19:26
E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.

(4) Lucas 18:3-32 – o filho pródigo
E ele (Jesus) lhes propôs esta parábola, dizendo:
Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la?
E achando-a, a põe sobre os seus ombros, gostoso;
E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.
Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar?

E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida.
Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
E disse: Um certo homem tinha dois filhos;
E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.
E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.
E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.
E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.

E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.
E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;
Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.

E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.
Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;
E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;
Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.
E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.

E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.
E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.
Mas ele se indignou, e não queria entrar.
E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;

Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.
E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas;
Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

SOTERIOLOGIA E MISSÕES


Mateus Feliciano
Coordenador

A soteriologia, ou seja, a doutrina da salvação tem como base JESUS CRISTO. A salvação é uma das principais no estudo de Teologia Sistemática, pois a partir do que se entende dela, consegue-se definir outras doutrinas dentro deste estudo.

A intenção deste artigo é citar alguns conceitos de soteriologia à luz de missões e evangelismo, e mostrar como a doutrina da salvação está inteiramente ligada e associada a obra missionária dos Cristãos protestantes.

Dentro dos motivos pelo qual DEUS promoveu a salvação do homem, primeiramente está o amor dEle pelo ser humano. O texto em Jo 3.16 destaca o extremo do amor de DEUS ao dar a própria vida de seu filho em amor a sua melhor criação. Quando se compartilha com as pessoas sobre a vida de CRISTO atuante no cotidiano do Cristão (missões e evangelismo), o olhar que deve-se ter pelas pessoas é o mesmo olhar de DEUS por cada humano, um olhar de amor. O trabalho de evangelismo e missões sem amor a Deus, ao serviço Cristão e ao proximo, é irrelevante para aquele que é o mensageiro, pois impede uma transformação e santificação de sua vida, que deverá servir de exemplo para com aquele que se compartilha o evangelho.

A graça é outro importante motivo de DEUS ter dado a salvação. A graça faz com que o ser humano reconheça a sua incompetência de restaurar o seu relacionamento com DEUS pelas suas próprias forças e sacrifício. A graça provou o interesse de DEUS pelo homem e provou também o total poder e autoridade que Ele tem sobre tudo e principalmente sobre a sua criação. A graça é algo difícil para o ser humano entender integralmente e ainda mais aceitá-la. Desde a queda de Adão o ser humano comprova o seu interesse na auto suficiência e a não dependência de DEUS. Comprova que tem este sentimento, mas jamais conseguirá comprovar ter o poder sobre isto. Mas a graça é de extrema importância na obra missionária e não pode jamais deixar de ser dita e exposta para o pecador, pois ela vai ajudar inclusive no reconhecimento do pecado. A graça portanto não cobra nenhuma preço para a salvação, pois este preço já foi pago na cruz.

A importância da salvação foi bem posionada no seguinte trecho :

“Somente em duas ocasiões o Novo testamento condena os Cristãos por eles não conseguirem fazer algo. Uma delas é não amar ao Senhor (1 Co 16.22), e a outra é pregar um evangelho que seja o da graça de DEUS (Gl 1.6-9). A falta de compreensão clara da doutrina da salvação pode levar a proclamação de um evangelho falso ou pervertido. Muitas pregações do evangelho que ouvimos hoje em dia podem estar sob esta maldição. Porém, a graça de Deus é mais forte que nossa apresentação imperfeita, e as pessoas continuam sendo salvas, mesmo que muitas vezes este evangelho pareça imperfeito ou seja mal explicado por nós. O aspecto positivo é que esta doutrina é essencial simplesmente porque ser testemunha do evangelho é responsabilidade de todo Cristão. Para o pregador da palavra, isso é ainda mais importante, pois ele funciona como 'elo de ligação' entre DEUS e a pessoa ainda não regenerada, por isso sua mensagem deve ser clara (Rm 10.14-15). Lewis Chafer, que começou seu ministério como evangelista, até o final da sua vida continuava pensando que 'em um ministério equilibrado, a pregação do evangelho deveria ser, no minimo, 75% do testemunho do púlpito. O restante pode ser para a edificação daqueles que já estão salvos'. Isso certamente comprova a importância de estudar e de entender esse importante tema, a soteriologia."

A misericórdia divina é outro fator de muita relevância para a doutrina da salvação e para o conceito missional. Se toda a raça humana vivesse toda a eternidade afastada de DEUS, isso seria totalmente justo por causa do pecado e da culpa que tem pelo afastamento de DEUS. Portanto a condenação não é um castigo apenas e muito menos algo imerecido e injusto. Mas DEUS tem misericórdia do pecador e em CRISTO, Ele pode provar para a humanidade e viver a experiência da misericórdia de forma plena e concreta. Da mesma forma no ato missionário, a misericórdia deve ser explanada para o ímpio. Mais ainda que apenas explicada, ela deve ser vivida pelo missionário. O crente deve ter misericórdia das pessoas que estão caminhando para o inferno. O pecador não regenerado já tem a condenação eterna de viver afastado de DEUS e não devemos ainda por cima condena-lo mais uma vez por qualquer ato dele que reprovamos. Por mais que seja grave o pecado, não temos condições justas e divinas para julgar e ainda por cima condenar tal pecado. Portanto o sentimento para com as pessoas deve ser o de misericórdia. Se colocar no lugar do outro, praticando a empatia.

Evangelismo e missões é um mandamento baseado na salvação (Mt 28.19-20). Nesta passagem, Jesus exorta aos discípulos que ensinem o que aprenderam dEle e que estaria com eles (e com todos os Cristãos) todos os dias. Quem aprendeu e tem Jesus vivendo em si é porque tem a salvação e deve ensinar outros, batizando e discipulando.

Outra razão da importância da salvação para evangelismo e missões, é que depois da ascensão de CRISTO, a tarefa de proclamar a salvação é do ser humano regenerado e salvo. JESUS cumpriu com a sua missão dada pelo PAI, de salvar a raça humana da eterna condenação. Esta salvação não cessou quando CRISTO voltou para junto de DEUS. A possibilidade da salvação continua ativa para todo e qualquer ser humano vivo hoje. Mas CRISTO não está mais encarnado neste mundo como outrora. Ele se faz presente hoje, exatamente em cada um que aceitou a salvação que proporcionou na cruz. E agora a tarefa de continuar a anunciar esta salvação foi transferida a cada Cristão. O Cristão é a principal “ferramenta” usada por DEUS para a salvação do incrédulo. Temos a Bíblia, o Espírito Santo, a natureza que proclama a glória divina, mas o Cristão é o “carro chefe” do plano de salvação. O ESPÍRITO SANTO é o único que convence as pessoas para a salvação, mas o homem salvo é o grande “aliado” de DEUS nesta tarefa.

Quando se pensa em fazer missões e evangelismo, a figura principal deste trabalho deve ser JESUS CRISTO, pois ele é o centro do Cristianismo e o tema principal da Bíblia. A figura de DEUS na sociedade atual é algo infelizmente banalizado, relativo e incompreendido. Concorda-se que CRISTO também O é, mas ainda O é em escala menor. Entendendo-se isto, constata-se que a missão principal de JESUS é a salvação. Ele curou, fez milagres, ensinou as escrituras, compartilhou o amor, deixou exemplos inúmeros de uma vida sadia com DEUS, mas desde antes de seu nascimento humano, Ele tinha uma missão: Salvar a humanidade da condenação do inferno restaurando a comunhão do ser humano com Deus. Por isso Evangelismo e missões está totalmente ligado com a soteriologia.

Bibliografia:

RYRIE, Charles Caldwell. Teologia Básica – Ao Alcance de Todos. São Paulo; Mundo Cristão, 2004.


Gentilmente cedido a SEARA URBANA